Posts Tagged ‘campusparty

23
jan
09

Começa hoje a 2ª “Peladinho Mustache Fair”

O grandioso sucesso da primeira edição, bem como um prejuízo de R$ 345,65 provenientes de cheques de terceiros, dão sequência à maravilhosa festa dos bigodes, uma exclusividade do blog do Peladinho e Sem Malícia.

O evento teve sua abertura nesta sexta-feira (23/1), às 4h45, junto com o “primeiro metrô” a partir do Terminal Rodoviário da Barra Funda. Sem convidados, participantes ou curiosos, a solenidade foi praticamente nula e, malemá, simbólica.

Regras
Os participantes devem, do nada, interromper os procedimentos diários de barbeagem e até o dia 9/2/2009, exibir os resultados dos esforços neste blog, através de foto, vídeo, fac-símile ou carimbo.

Não serão aceitos cavanhaques, moscas ou sujeiras que “maculem o verdadeiro bigode” (atender aos preceitos do regimento interno, cap. 23 – Da Real Mustache, inciso 2a).

Participantes
Adriano Travizan – Americana (MS) – categoria bigode.
Bernardo Santana – Aspen (EUA) – categoria bigode.
Flávio Meninão Austríaco – SJ Rio Preto (AUS) – categorias bigode/barba.
Marcelo Daniel – Pirajuí (Pirajuí) – categoria bigode.
Renato Bueno – Campus Party (G1) – categorias “a definir”.

Estado todo em participação.

Estado todo em participação.

Dos métodos de avaliação
Basicamente os comentários sob os bigodes apresentados. O prêmio, ainda sob definição, depende dos patrocinadores obtidos e sua disponibilidade, perante a crise econômica que assola o mundo ocidental.

Adriano Travizan, em foto da 1ª edição do evento, em 1999

Adriano Travizan, em foto da 1ª edição do evento, em 1999

Anúncios
20
jan
09

Joey DeMaio, baixista

13
fev
08

Juca Kfouri aguarda alexandre moreno no auditório 5-B

juca.jpg

Além de inaugurar, sem querer e nem saber, a fase do Peladin marcada por “uma foto original a cada 27 catadas no Senhor Google”, Juka Qfouri foi o entrevistador de uma entrevista que não aconteceu na tarde de hoje porque o entrevistado disse que “já ia” e não foi.

Alexandre Moreno era o convidado especial que falaria sobre marchinhas de carnaval, juízes ladrões, a carreira de Rogério Ceni e a repetição gratuita das variações da palavra “entrevista” em parágrafos de abertura de brog. Com a ausência de Moreno (nota-se aqui o paradoxo que quantifica a ausência), Julka esperou por mais de três horas, sem sucesso.

Ele ainda está esperando, aliás. Corre, Xande. Porra.