
Vamos à pergunta do internauta

E tá só começando, né Leci?

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E tá só começando, né Leci?


O RISCOV acaba de divulgar imagens que resolvem e encerram as investigações dos três casos que tomaram conta do país como não se via desde aquele Goiás 2 x 1 Internacional em 2 de dezembro passado.

As bexigas coloridas, que seriam usadas na festa de aniversário de seis anos de Isabella, foram encontradas no carro do jornalista Roberto Cabrini e, posteriormente, jogadas no mar amarradas a um padre ainda não identificado. Inflados com gás hélio de pimenta, alguns balões explodiram, causando índice recorde na Bovespa e o tremor percebido por paulistanos que não estavam jogando bola na noite de terça-feira.
Sim, foram eles, do RISCOV, que descobriram tudo isso. Agora, finalmente, podemos voltar a pensar no que realmente importa: hoje tem Libertadores, porra!
A notícia é velha, mas ninguém falou a verdade antes.
O bancário Kléber Plens, que morreu no último dia 17 na rodovia Castello Branco, não foi vítima de um acidente qualquer: no momento do impacto, Plens atuava como cosplayer de Burnout e acumulava 652 pés em oncoming. “Scorpion”, como entrega o save do Burnout Dominator (“PS2 é foda, não tem o Paradise”, reclama) no memory card, parou no acostamento, fez o retorno na mesma pista da rodovia e trafegou por 4 km na contramão até levar o takedown de uma carreta.
No momento da tragédia, o bancário acumulava 2336 “maniac points”, o que o permitia participar dos eventos de World Tour, e 32 medalhas de ouro “porque nas eliminador (sic) eu pego só bronze pra passar mesmo”, como confidenciou a amigos. Antes de aderir à modalidade de Burnout, Plens já foi adepto do cosplay de Super Mario, quando “era” o Luigi. “Faço isso desde o Burnout 3, quando ainda nem existia esse negócio de nitros em série”, lembra.

Amiga de Plens: "Brincar de pular em tartarugas era menos perigoso"
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